28 abril, 2011

Hightech Plus e Ncomputing

Novas Soluções & Novas Tendências

Chegou o produto que redefinirá o conceito da virtualização de desktops. Uma das maiores preocupações dos usuários estava vinculada ao funcionamento das aplicações multimídia em sistemas virtualizados. A NComputing resolveu este problema e oferece aos seus usuários uma tecnologia poderosa, capaz de rodar as aplicações multimídia em sistemas virtualizados - o Desktop Virtual L300 com o software vSpace™.
O mais novo dispositivo de acesso, o Desktop virtual L300 é capaz de entregar ao usuário as facilidades das aplicações multimídia, além de redirecionamento transparente e suporte a dispositivos USB. Combinado com o software vSpace da NComputing, o L300 proporciona uma rápida migração para uma infraestrutura integral de desktops virtuais, fácil de implementar e com baixo custo. 

NComputing
Você sabia que a maioria das pessoas usa, em média, menos de 5% da capacidade de seus PCs e que o restante é desperdiçado? Usando a tecnologia NComputing é possível aproveitar os outros 95%, virtualizando as suas estações de trabalho. Compartilhando a capacidade de um PC e virtualizando perfis, cada usuário continua com seus próprios aplicativos, mantendo seus próprios arquivos, configurações e preferências. Sem o peso, sem os gastos e sem o custo de um PC dedicado.
Utilizando os produtos NComputing associado ao software de virtualização, você obtém uma solução completa capaz de proporcionar o baixo custo e o alto desempenho que você deseja e que seus usuários necessitam. NComputing significa software e hardware funcionando em conjunto, para o melhor desempenho possível.

Linha L300
Chegou o produto que redefinirá o conceito da virtualização de desktops. Uma das maiores preocupações dos usuários estava vinculada ao funcionamento das aplicações multimídia em sistemas virtualizados. A NComputing resolveu este problema e oferece aos seus usuários uma tecnologia poderosa, capaz de rodar as aplicações multimídia em sistemas virtualizados - o Desktop Virtual L300 com o software vSpace™. O mais novo dispositivo de acesso, o Desktop virtual L300 é capaz de entregar ao usuário as facilidades das aplicações multimídia, além de redirecionamento transparente e suporte a dispositivos USB. Combinado com o software vSpace da NComputing, o L300 proporciona uma rápida migração para uma infraestrutura integral de desktops virtuais, fácil de implementar e com baixo custo.
Destaques do L300
Flexível e econômico: graças ao software de virtualização vSpace, o L300 pode ser utilizado juntamente com as tecnologias de virtualização de servidores como o VMware, Citrix e Microsoft. O vSpace agrega ainda mais valor ao mudar a estrutura típica do desktop virtual ampliando a capacidade de um usuário para trinta usuários por máquina virtual. Isto tem um impacto positivo e direto nos gastos operacionais e na redução imediata em todos os custos dos PCs, como aquisição, suporte técnico, manutenção e substituição de desktops por obsolescência.
Multimídia: o L300 usa uma tecnologia de hardware capaz de entregar ao usuário suas aplicações multimídia, eliminando as restrições da rede de computadores. Você poderá assistir vídeos com qualidade DVD em tela cheia (resolução de até 1920x1080). Além disso o L300 permite aplicações onde somente deseja-se conectar dispositivos USB 2.0. O L300 tem a potência e flexibilidade para funcionar com o que você escolher.
Cabe no seu orçamento: O L300 redefine o investimento em dispositivos thin e zero clients. É uma solução completa para desktops virtuais que pode ser implementada por uma fração do custo dos PCs, e apresentar economias continuas na administração, manutenção e operação da área de TI.
Fácil de implantar: Tanto no caso em que você precise de quatro estações de trabalho em uma filial remota ou quatro mil em um escritório corporativo, o L300 pode ser implementado facilmente usando as ferramentas administrativas do vSpace.
Fácil de administrar: O L300 utiliza a tecnologia zero client. Uma vez implementado, não há aplicações, software ou unidades de disco rígido no terminal de acesso. O software vSpace gerencia de forma centralizada as mudanças de firmwares sem requerer a intervenção do usuário ou do time de suporte técnico.
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Porque comprar L300

VspaceAcompanha o produtoFicha TécnicaVspace


Software de virtualização de desktops vSpace™


O software vSpace acompanha todos os produtos NComputing. Ele emite que o sistema operacional e os aplicativos do computador sejam compartilhados ao mesmo tempo. Mas como múltiplos usuários podem conectar seus monitores e teclados ao computador compartilhado? É aí que entra o hardware (também conhecido como dispositivo de acesso). E como a NComputing projetou a solução como um todo – o hardware, o software e o protocolo de comunicação que os conecta entre si – ela é capaz de oferecer os desktops virtuais de melhor desempenho e custo mais baixo no mundo.


Um protocolo revolucionário
A NComputing criou seu próprio Protocolo de extensão de Usuário (UXP), otimizado e altamente eficiente, afim de proporcionar aos usuários a experiência rica e integral de um PC exclusivo. Dessa forma, as soluções NComputing oferecem o ambiente mais gratificante e interativo possível.


Suporte flexível a sistemas operacionais
O objetivo é reduzir a complexidade e os custos da computação. Se isso é o que você quer para a sua empresa, vai gostar de saber que o vSpace suporta múltiplas versões do Windows e do Linux. E também é compatível com tecnologia de virtualização de sistemas operacionais, proporcionando a possibilidade de configurar seu ambiente de forma flexível, na medida exata de suas necessidades.


Console de administração
O vSpace inclui um console de administração. Com o console, você poderá facilmente instalar, configurar e administrar computadores compartilhados e dispositivos de acesso. Para os dispositivos da série L, o console permite que o administrador monitore à distância e, se necessário, controle as sessões dos
diversos usuários. Configurações do dispositivo de acesso podem ser definidas de forma centralizada a partir do console, incluindo a possibilidade de bloquear a conexão de dispositivos USB. Na série X, o console vSpace permite que você atribua portas USB do servidor a usuários individuais. E o melhor: o console é fácil de usar e não exige treinamento especial.


Mais de uma década de desenvolvimento
O software vSpace vem sendo desenvolvido e refinado por mais de dez anos. É constantemente otimizado para aproveitar com o máximo de eficiência os recursos dos PCs. E isso é comprovado todos os dias, por milhões de usuários, no mundo inteiro.


Principais características do vSpace
• Cria múltiplos espaços de trabalho dentro de um único sistema operacional
• Estende o espaço de trabalho de cada usuário a um dispositivode acesso remoto NComputing
• Comunicação com dispositivos de acesso através do Protocolo de extensão de Usuário (UXP)
• Alto grau de otimização para o melhor desempenho
• Suporta aplicações multimídia, como vídeo e Flash
• Inclui console de administração
• Compatível com soluções de virtualização de sistema operacional
• Suporta Windows e Linux
Vspace


Apresentação NComputing

25 abril, 2011

Vai virtualizar? Discuta antes como ficam as licenças


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Em uma definição livre, virtualização é o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operacionais em uso.




Vai virtualizar? Discuta antes como ficam as licenças

Especialistas e analistas dão quatro dicas de como definir o modelo de licenciamento apropriado para cada projeto de virtualização.

Ao coordenar a virtualização da estrutura de um cliente em 2010, a Dataprise Inc, dos EUA, se deparou com um “segredo sujo”: ninguém sabe ao certo como calcular os custos com licenças dos softwares. Nem mesmo os fornecedores.
"Depois de um ensaio bem-sucedido, a empresa cliente da Dataprise resolveu dar luz verde e posicionar 700 terminais virtualizados”, conta Chris Sousa, diretor de infraestrutura da companhia de TI. Foi quando os problemas começaram a aparecer. A exemplo do que acontece frequentemente com outras empresas, o cliente da Dataprise mantinha um acordo comercial com a Microsoft. Ainda assim, ninguém na TI sabia que efeitos ele teria sobre estruturas virtualizadas. Ao que parece, a própria Microsoft também não estava certa de como precificar o serviço.
“Em 2009, foi realizado um estudo que evidenciou o licenciamento de produtos Microsoft para sistemas virtualizados como maior fonte de dor de cabeça“, diz o analista da Info-Tech, John Sloan.
A empresa de Steve Ballmer bem que tem se esforçado para implementar um modelo de precificação padrão. Recentemente, a companhia relaxou várias regras vigentes até então e passou a permitir que mais de um terminal dividisse a mesma licença.
“É um passo na direção certa”, diz Sloan. Mas o analista afirma faltar muito para a Microsoft se aproximar de uma postura comercial que os clientes da companhia considerem tragáveis.
Por exemplo: as novas regras permitem que colaboradores façam o login em sistemas corporativos a partir de dispositivos localizados fora do firewall corporativo. Ainda assim a licença permanece vinculada a um PC da empresa cliente, o que impede o uso da área de trabalho virtual atrelada à licença – diferente do acesso a partir de um PC interno.
Os fornecedores
Mas esse tipo de questão não se limita à Microsoft. Diversos fornecedores têm suas batalhas com o tema “preços”. Ao apresentar o XenDesktop 4, a Cirtrix Systems alterou o modelo de licenças tradicional (simultâneas) para adotar o licenciamento por usuário, houve reclamações vindas de todas as partes da carteira de clientes da Citrix. Eram pedidos de maior flexibilidade nos planos. Havia casos em que diversos usuários utilizavam o mesmo terminal.
Um guia
Diante da confusão existente, analistas e especialistas do segmento resolveram criar uma lista com sugestões para gerentes de TI e CIOs considerarem ao decidir abraçar sistemas virtualizados e discutir a questão de licenças.
1- Considere os benefícios trazidos pela virtualização no longo prazo e incluir os custos incidentes com o licenciamento na elaboração do plano de virtualizar a estrutura.
2- Tenha em mãos um inventário completo de todas as plataformas (hardware e software) da empresa. Faça um levantamento sobre as licenças atribuídas a cada hardware e observe as condições desses contratos. Adicionalmente, saiba quantos colaboradores usam cada hardware e cada software do inventário e qual a carga de uso desses itens.
3- Requeira do seu fornecedor suporte integral e a possibilidade de escolher a marca e a tecnologia de virtualização preferidos. Não é comum que um fornecedor seja limitado em relação às tecnologias de virtualização. “Acontece que temos visto alguns fornecedores trabalharem em regime de suporte sob demanda e, por vezes, a demanda existe e o serviços, não”, avisa Chris Wolf, da equipe de analistas do Gartner.
4- Vá acompanhado. A sugestão é que seja escolhido um consultor na hora de avaliar as alternativas de serviços. Dar preferência para uma empresa com nome formado e associado à seriedade quando atende clientes de porte semelhante ao seu é altamente sugerido.

Por TAM HARBERT, DA COMPUTERWORLD-EUA

12 abril, 2011

Como serão os data centers em 2020?

Ao pensar como seriam os data centers daqui nove anos, o instituto de pesquisas Gartner identificou algumas tendências. “Tecnologia verde, nuvens híbridas, produtos pequenos e flexíveis e infraestrutura vertical formam o data center do futuro”, projeta Andrew Butler, analista emérito e vice-presidente do Gartner.

Butler diz que, definitivamente, sustentabilidade fará parte do investimento dos data centers em 2020, ajudando companhias a reduzir cabeamento, consumo de energia e pegada de carbono.

As novas características dos data centers podem possibilitar capacidade de crescimento de 300% em um espaço 60% menor”, completa. As declarações foram feitas hoje (5/4) durante a Conferência Gartner Data Center da Gartner, realizada em São Paulo pelo instituto de pesquisas para discutir a excelência em gestão de data center.

A consolidação da infraestrutura continuará em alta. “Soluções integradas em um único rack oferecem esforço mínimo de implementação e são atrativas para os negócios”, diz. Como exemplo de tecnologia com essas características o executivo cita o Oracle Exalogic Elastic Cloud, solução unificada de hardware e software, pronta para a nuvem. “A desvantagem desse tipo de produto é que o cliente cria dependência de um único fornecedor.

O executivo afirmou na ocasião que até o final de 2014, 90% dos data centers vão utilizar virtualização e mais de 40% deles já estarão no mundo da nuvem. 

Quer um data center do futuro?

Durante o encontro, David Cappuccio, vice-presidente Administrativo e Diretor de pesquisas do Gartner, recomendou aos participantes quatro ações para aquelas companhias que, atentas à movimentação do mercado de TI, buscam se antecipar e implementar características dos data centers de 2020.
 
  1. Aposte em arquitetura de escalabilidade vertical e, em seguida, horizontal;
  2. Não seja da web do passado, a inovação em design de tecnologias que compõem o data center trarão redução de Capex e Opex;
  3. Pense pequeno, o objetivo dessa ação é conquistar a mais alta performance por quilowatt;
  4. Aplicar esses princípios levarão a companhia a alcançar diversos benefícios.

06 abril, 2011

Por economia e boa imagem, empresas adotam TI verde

A Tecnologia da Informação Verde (TI verde) entrou na lista de práticas de sustentabilidade das empresas, que descobriram que reduzir os impactos ambientais de seus produtos e serviços pode gerar economia e melhorar sua imagem no mercado corporativo.

Ações como aquisição de equipamentos mais eficientes, estudos para o reuso da água, descarte sustentável de lixo eletrônico ou a redução de deslocamentos com o uso de ferramentas tecnológicas são cada vez mais empregadas com bons resultados.

Só com a intensificação do uso de salas de telepresença para reuniões e inaugurações de novos pontos em 2010, o Itaú Unibanco evitou a emissão de 236 toneladas de CO2 ao longo do ano passado, ao evitar 33 mil quilômetros em deslocamentos rodoviários e 984 mil milhas em viagens áreas. O assunto foi discutido ontem, em Goiânia, durante uma palestra do superintendente de TI do Itaú Unibanco, Júlio de Conti, promovida pela Amcham Goiânia.

Ele explicou que, de modo geral, o conceito engloba todas as ações de eficiência, melhores práticas e performances vinculadas à tecnologia. "Como grande usuário de tecnologia, qualquer ação feita pelo Itaú é multiplicado por milhares, com resultados muito tangíveis", destaca Júlio Di Conti.

A principais ações são vinculadas à eficiência energética: economia de energia em equipamentos, sistemas e data centers, que são os grandes vilões do consumo.

Outras ações são ligadas ao ciclo de vida dos equipamentos, desde o aspecto produtivo, engajando fornecedores de modo a não utilizarem metais pesados na produção, passando pelo uso eficiente, com baixo consumo de energia, até o descarte de maneira sustentável, através de uma reciclagem adequada, e não simplesmente jogando no lixo.

De acordo com Júlio de Conti, outro aspecto importante é o chamado Green Workplace (espaço de trabalho verde), onde a tecnologia se tornou uma grande aliada das empresas e proporciona conforto. Ele dá o exemplo do uso de smartphones e salas de telepresença, que evitam os deslocamentos e a emissão de gases do efeito estufa.

Benefícios
 - Entre os benefícios da TI Verde para as empresas, estão os resultados financeiros. "Quando você tem um programa forte de economia ou eficiência energética, consegue traduzir isso em números facilmente: deixei de gastar x reais em energia elétrica", destaca o superintendente.

O segundo grande benefício é para a imagem de uma empresa de tecnologia, como um banco, que trata adequadamente ou recicla seu lixo eletrônico. "Isso representa um volume estrondoso. Só no ano passado, foram quase quatro mil toneladas de lixo eletrônico que reciclamos. Se não tivéssemos feito, isso estaria no mercado cinza ou num lixão qualquer", informa Júlio de Conti.

Ele diz acreditar que essa preocupação é crescente, principalmente porque a legislação já induz as empresas considerada éticas e responsáveis a pensar mais no assunto.

Inclusão
 - Empresas goianas também já investem em ações TI Verde. A diretora executiva da Multidata, Helenir Queiroz, informa que, além da troca de monitores visando uma crescente economia de energia, a empresa também investe na reciclagem e no reaproveitamento de equipamentos através do CDI, uma entidade que realiza um projeto de inclusão digital de pessoas carentes no País.

Segundo Helenir, que tomará posse como presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg) amanhã, sempre que realiza uma troca de equipamentos, a Multidata doa os anteriores para esses laboratórios de inclusão digital.

"Não descartamos hardwares incorretamente e ainda contribuímos para um projeto social", destaca Helenir. Com escritórios em São Paulo e Brasília, a empresa também investe em canais voip para evitar o deslocamento de funcionários e recursos de teleconferência como o Skyp, um aplicativo que permite a conversação com imagens entre a matriz e suas filiais.

"Hoje, a empresa tem de pensar coletivamente. Melhorando o ambiente em volta, recebe benefícios na forma de colaboradores motivados e o maior respeito de seus clientes", alerta a empresária Helenir Queiroz.